WEBRADIO KERYGMA
Programa Mensagens que produz vida: Levando a alegria e as boas novas do Evangelho a todos que ainda não conhecem a Cristo.
WEBRADIO KERYGMA
Programa Conexão Teológica: Se você crê somente no que gosta do evangelho e rejeita o que não gosta, não é no evangelho que você crê, mas, sim, em si mesmo.
Artigos Teológicos
Continuem crescendo na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Libertador, Jesus, o Messias. 2Pe 3:18..
Acompanhe nossos estudos biblicos
Os conflitos existenciais na vida do crente - Vivemos em luta, porém esta não deve nos abater.
Escola Bíblica Dominical
"Lâmpada para meus pés é a Tua Palavra, e Luz para os meus caminhos" Salmo 119.105
Curso de Discipulado
Nós o proclamamos, advertindo e ensinando a cada um com toda a sabedoria, a fim de que apresentemos todo homem perfeito em Cristo. Cl 1:28.
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
DEVOCIONAL PENSE NISSO: 17/11/2011
" VOCÊS PORÉM, SÃO ... POVO EXCLUSIVO DE DEUS."
1 Pedro 2:9
Deus ama você simplesmente porque Ele escolheu.
Ele o ama quando você não se sente encantador.
Ele o ama quando ninguém mais ama você.
Outros podem abandoná-lo, divorciar-se de você e ignorá-lo, mas Deus irá amá-lo. Sempre. Não importa.
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segunda-feira, 14 de novembro de 2011
DEVOCIONAL PENSE NISSO: 14/11/2011
"OLHO NENHUM VIU, OUVIDO NENHUM , MENTE NENHUMA IMAGINOU O QUE DEUS PREPAROU PARA AQUELES QUE O AMAM"
I Corintios 2:9
Qualquer coisa que você imaginar é inadequado. Qualquer coisa que qualquer um imaginar é inadequado. Ninguém chega nem perto. Ninguém. Pense em todas as canções sobre o céu. Todos os retratos feitos por artistas. Todas as lições ensinadas, poemas escritos e capítulos rascunhados. Quando a questão é a descrição do céu, sempre vamos falhar tranquilamente.
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domingo, 13 de novembro de 2011
EBD: T04 L07 - ARREPENDIMENTO, A BASE PARA O CONCERTO
ARREPENDIMENTO, A BASE PARA O
CONCERTO
Lição 7 - 13 de Novembro de 2011
Texto
Bíblico:
2 Crônicas 7.14 E se o meu povo, que se
chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter
dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados,
e sararei a sua terra.
Leitura
Bíblica em classe: Neemias 9.1-3,16,33-36
QUEM NÃO SE ARREPENDE NÃO
TEM CONSERTO
1. A HUMILHAÇÃO ACONTECE EM SE IDENTIFICAR PONTOS DE CORRUPÇÃO – Neemias 9.1 E, NO dia
vinte e quatro deste mês, ajuntaram-se os filhos de Israel com jejum e com
sacos, e traziam terra sobre si.
a.
O perdão divino só vem
quando se atinge o que Deus determina - Ainda assim, agora mesmo diz o SENHOR: Convertei-vos a mim de
todo o vosso coração; e isso com jejuns, e com choro, e com pranto. Joel 2:12
2. A RENOVAÇÃO ESPIRITUAL ENVOLVE CUIDAR DA QUESTÃO DO PECADO – Neemias 9.2 E a descendência de Israel se apartou de
todos os estrangeiros, e puseram-se em pé, e fizeram confissão pelos seus
pecados e pelas iniqüidades de seus pais.
a.
Não existe meios de
encobrir transgressões diante da face do Senhor - Salmos 69.5 Tu, ó
Deus, bem conheces a minha estultice; e os meus pecados não te são encobertos.
3. A VERDADEIRA PALAVRA CONDUZ A ALMA PARA A CONFISSÃO DE PECADO – Neemias 9.3 E,
levantando-se no seu lugar, leram no livro da lei do Senhor seu Deus uma quarta
parte do dia; e na outra quarta parte fizeram confissão, e adoraram ao Senhor
seu Deus.
a.
Confessar e deixar os
pecados é exigência para alcançar misericórdia - Provérbios 28.13 O que
encobre as suas transgressões nunca prosperará, mas o que as confessa e deixa,
alcançará misericórdia.
4. O DESOBEDIÊNTE QUE SEMEIA O MAL COLHERÁ NO SENTIDO NEGATIVO – Neemias 9.16 Porém
eles e nossos pais se houveram soberbamente, e endureceram a sua cerviz, e não
deram ouvidos aos teus mandamentos.
a.
A lei da colheita e da
semeadura é universal e ninguém escapa dela - Gálatas 6.7 Não erreis: Deus não se deixa
escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará.
5. A SEVERIDADE DO SENHOR SE ADAPTA A SERIEDADE DE CADA CASO – Neemias 9.33 Porém tu és
justo em tudo quanto tem vindo sobre nós; porque tu tens agido fielmente, e nós
temos agido impiamente.
a.
Quando o pecado não é
confessado é um abismo chamando outro abismo - Salmos 51.3 Porque eu conheço as minhas
transgressões, e o meu pecado está sempre diante de mim.
6. A NEGLIGÊNCIA E ABUSOS COM A PALAVRA É AFRONTAR AO SENHOR - Neemias 9.34 E os
nossos reis, os nossos príncipes, os nossos sacerdotes, e os nossos pais não
guardaram a tua lei, e não deram ouvidos aos teus mandamentos e aos teus testemunhos,
que testificaste contra eles.
a.
Quem não guarda e atenta
a palavra incorre a estar debaixo da ira de Deus - Hebreus 3.15 Enquanto
se diz: Hoje, se ouvirdes a sua voz, Não endureçais os vossos corações, como na
provocação
7. CORAÇÕES DUROS E INSENSÍVEIS NÃO VEÊM A GENEROSIDADE DIVINA – Neemias 9.35 Porque
eles nem no seu reino, nem na muita abundância de bens que lhes deste, nem na
terra espaçosa e fértil que puseste diante deles, te serviram, nem se
converteram de suas más obras.
a.
A ingratidão diante da
beneficencia divina é prova de um caráter pervertido - Deuteronômio 9.2 E o
SENHOR me disse: Levanta-te, desce depressa daqui, porque o teu povo, que
tiraste do Egito, já se tem corrompido; cedo se desviaram do caminho que eu
lhes tinha ordenado; fizeram para si uma imagem de fundição.
8. O CONSERTO VEM PELA CONTRIÇÃO MAS FICA AS SEQUELAS DOS ERROS - Neemias 9.36 Eis que
hoje somos servos; e até na terra que deste a nossos pais, para comerem o seu
fruto e o seu bem, eis que somos servos nela.
a.
O Senhor nunca despreza
um coração arrependido e quebrantado - Salmos 51.17 Os sacrifícios para Deus são o espírito
quebrantado; a um coração quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus.
- Nesta lição, veremos a importância do arrependimento não apenas em relação à Judá, quando do retorno do cativeiro, mas o analisaremos como um princípio gerado pela Palavra de Deus, sendo válido para todos em todas as épocas.
- DEFINIÇÃO DE ARREPENDIMENTO
- Podemos
recorrer aos termos originais, no Antigo e no Novo Testamento, para
termos uma compreensão mais clara do que vem a ser “arrependimento”.
i. As palavras utilizadas no
Antigo Testamento para expressar a ideia de arrependimento são shuv (virar para
trás, voltar) e nicham (arrepender-se, consolar).
ii. Shuv ocorre mais de cem
vezes no sentido teológico de desviar-se de Deus (I Sm 15.11; Jr 3.19);
iii. Também significa ‘voltar
para Deus’ (Jr 3.7; Os 6.1).
iv. Às vezes, esse termo é
utilizado no sentido de desviar-se do bem (Ez 18.24,26);
v. Mas também é usado no
sentido de desviar-se do mal (Is 59.20; Ez 3.19).
vi. O verbo nicham tem um
aspecto emocional que não se percebe na palavra shuv, mas ambos os termos
transmitem.
- O
Novo Testamento emprega epistrepho no sentido de voltar-se para Deus (At
15.19; II Co 3.16) e metanoeo/metanoia para a ideia de arrependimento (At
2.38; 17.30; 20.21; Rm 2.4).
i. Utiliza-se de metanoeo
para expressar o significado de shuv, que indica uma ênfase à mente e à
vontade.
ii. Mas também é certo que
metanoia , no Novo Testamento, é mais que uma mudança intelectual.
iii. Ressalta o fato de uma reviravolta
da pessoa inteira, que passa a operar uma mudança fundamental de atitudes básicas.
- ARREPENDIMENTO E CONFISSÃO DE
PECADOS
- A
Lei do Senhor foi abundantemente lida e o resultado foi um genuíno
avivamento, que começou com um genuíno arrependimento.
i. Já fazia um bom tempo que
os estatutos do Senhor não eram observados (Ne 8.17).
ii. O próprio cativeiro havia
sido causado pela apostasia e imoralidade da nação judaica.
iii. Quando eles desprezaram a
Lei de Deus e as mensagens proféticas, o resultado foi o fracasso, o cativeiro,
a vergonha e a ruína (II Cr 36.15-21).
1.
O salmo 137 retrata bem o quadro espiritual e emocional do povo
após a queda (Sl 137).
2.
Já o salmo 126 traz uma realidade totalmente oposta.
iv. Os moradores de Judá
haviam sido libertos e a alegria se espalhara por toda a nação.
- O
avivamento, porém, ainda estava por vir.
i. Além da antiga dívida
para com Deus, os setenta anos de convívio com os ímpios babilônios trouxeram
prejuízos à sua identidade de “nação santa e peculiar dentre todos os povos”
(Ex 19.5).
ii. Após a reconstrução do templo
e dos muros, o povo foi reunido para ouvir a Palavra do Senhor.
1.
Como Ela é viva, eficaz e penetrante (Hb 4.12); ao ouvi-La durante
seis horas consecutivas, o povo se prostrou arrependido e, durante mais seis
horas, confessaram os seus pecados (Ne 9.3).
2.
Interessante que aquele avivamento foi um retorno à experiência do
Sinai (Ex 19), e uma rememoração de tudo quanto o Senhor havia operado na
trajetória de Israel.
3.
Eles se arrependeram de sua ingratidão para com o Deus que tudo
houvera provido até então.
4.
Vejamos alguns pontos daquela maravilhosa oração:
a.
Reconhecimento de Deus como o Todo-Poderoso e Criador (Ne 9.5,6);
b.
Lembrança das promessas feitas a Abraão (Ne 9.7,8);
c.
Lembrança da misericórdia de Deus em relação a Israel no Egito (Ne
9.9);
d.
Lembrança dos sinais e prodígios operados por Deus no Egito (Ne
9.10-12);
e.
Lembrança da Glória no Sinai (Ne 9.13);
f.
Lembrança das provisões do Senhor (Ne 9.15);
g.
Lembrança da dureza de coração de seus antepassados (Ne 9.16-18);
h.
Lembrança da longanimidade de Deus (Ne 9.19-21);
i.
Lembrança das vitórias nas guerras em Canaã (Ne 9.22-25);
j.
As terríveis oscilações espirituais e suas consequências (Ne
9.26-29).
- Diante
dessa retrospectiva de pecados e dureza de coração de Israel e,
misericórdias e longanimidade de Deus, o povo prostrou-se arrependido.
i. Interessante que não é
apenas o juízo do Senhor que nos leva ao arrependimento, a sua benignidade
também tem esse poder (Rm 2.4).
ii. O verdadeiro
arrependimento move o coração de Deus, e é sempre acompanhado de confissão de
pecados.
1.
Foi assim com o salmista Davi (Sl 51.10-12; 16,17);
2.
Com os ninivitas (Jn 3.5-10)
3.
E com o Filho Pródigo ( Lc 15.17-24).
iii. Naquela ocasião não foi
diferente.
1.
Devido o sincero arrependimento, o Senhor lhes perdoou os pecados.
2.
Interessante que isso já havia sido predito quando da consagração
do Templo na época do rei Salomão (II Cr 6.36-39).
3.
O que aconteceu com Judá é o que acontece com todos quantos se
arrependem de seus pecados, mesmo na atual dispensação.
4.
Traçando um paralelo entre II Cr 7.14 e At 3.19, chegamos ao
seguinte esquema:
- SANTIDADE, O FRUTO DO
ARREPENDIMENTO
- Notamos
que a atitude inicial dos judeus quando se arrependeram de seus maus
caminhos foi afastar-se dos povos pagãos.
i. Entenda-se por pagão toda
e qualquer pessoa que não crê no Deus TodoPoderoso somente, e na sua Palavra
como única regra de fé e prática.
ii. Eles se apartaram
daqueles cuja religião, cultura, estilo de vida, ética, cosmovisão destoava
totalmente daquilo que o Deus de Israel implementara para o seu povo.
- Não
esqueçamos do conceito básico de santidade, a saber:
i. separado por e consagrado
a. Desde os primórdios que essa era a proposição de Deus para o seu povo:
1.
Quando de seu chamado, Abraão foi convidado a se separar do
paganismo de sua terra (Gn 12.1);
2.
Certa feita, Jacó precisou retirar de sua casa todo e qualquer
elemento estranho à santidade de Deus (Gn 35.1,2);
3.
O próprio Deus afirmou de forma solene, no Sinai, que Israel seria
separado de todas as nações (Ex 19.5);
4.
O Senhor preveniu os filhos de Israel a não se misturarem com as
nações vizinhas (Dt 7.1-4);
5.
O erro do grande rei Salomão foi não ter se apartado das nações
ímpias, que estavam ao seu redor (I Rs 11.1-6);
6.
As dez tribos caíram por terem se misturado às práticas
pecaminosas das nações pagãs (II Rs 17.7-18);
7.
Judá havia caído por não preservar a santidade ao Senhor (II Cr
36.15,16).
ii. Quando fizeram uma
análise histórica, perceberam que o fracasso de Israel sempre esteve ligado ao
abandono da santidade.
1.
A história de Israel, na realidade, é a repercussão daquilo que
foi proferido nos montes Ebal e Gerizim (Dt 28).
2.
As bênçãos acompanham uma vida de santidade e as maldições, uma
vida de pecaminosidade.
3.
Por isso, os judeus imediatamente se apartaram dos ímpios, para
desfrutarem das bênçãos do Senhor.
iii. A exposição incansável da
Palavra de Deus gera santidade no povo.
1.
Isso também ocorreu nos dias do rei Josias.
2.
Depois do ensinamento da Lei, o rei iniciou uma reforma geral em
Israel.
3.
Tudo o que não agradava ao Senhor foi banido e o povo retornou à
santidade.
iv. É impossível haver um
verdadeiro arrependimento sem que haja também uma mudança total de vida por
parte do arrependido.
1.
Em todos os casos citados, a Palavra de Deus foi proferida, o
pecador sentiu o peso do pecado, arrependeu-se, e mudou de atitude.
2.
Baseados nas palavras do apóstolo Paulo em II Co 7.9,10, podemos
entender melhor esse princípio. Vejamos:
CONCLUSÃO
- Concluímos, portanto, que o arrependimento é imprescindível para se alcançar o perdão de Deus e, consequentemente, para a renovação do pacto, da aliança divina.
- De nada teria servido toda a restauração estrutural da cidade de Jerusalém se ela não viesse também acompanhada da restauração espiritual, que teve como ponto de partida o arrependimento.
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quinta-feira, 10 de novembro de 2011
CURSO DE HISTÓRIA DA IGREJA CRISTÃ: INTRODUÇÃO
CURSO DE HISTÓRIA DA IGREJA
INTRODUÇÃO
Tema: Introdução aos Períodos da História da Igreja
Data da Aula: 09/11/2011
Tamanho: 11,7 MB
Duração: 00:12:29
OBJETIVOS DESTE CURSO
Abrangendo vários séculos, a saga extraordinária da Igreja é um estudo que contrasta martírio com paz, corrupção com santidade.
A História da Igreja Cristã revela o valor fascinante de povos, lugares, culturas e eventos abrangendo desde os primeiros dias da Igreja até hoje.
Entre vários assuntos, você conhecerá mais sobre:
- O ardor espiritual que iluminou a igreja primitiva.
- As perseguições sob o comando de Nero e de outros imperadores romanos.
- A ascensão do poder papal na Idade Média.
- Os heróis da Reforma: Martinho Lutero, João Calvino e outros.
- Os líderes na Igreja Moderna, como Jonathan Edwards e João Wesley.
Não temos a pretensão de mencionar tudo sobre este assunto, mas queremos abrir os caminhos para que através destas aulas você possa descortinar a riqueza da herança cristã, você descobrirá como, através dos mais relevantes eventos religiosos mundiais, Cristo continua a chamar e purificar sua noiva, a Igreja!
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MENSAGEM EM ÁUDIO: SINCERIDADE NÃO É SINÔNIMO DE SALVAÇÃO
SINCERIDADE NÃO É SINÔNIMO DE SALVAÇÃO
Ministrante: Ir. Fabio José da Silva
Local: Igreja Assembleia de Deus - Virgilio de Cicco - Sto André.Data da Mensagem: 16/10/2011
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DEVOCIONAL PENSE NISSO: 10/11/2011
"Quem crer em mim, como diz a escritura, do seu interior fluirão rios de água viva."
João 7:38
Lembram-se das palavras de Jesus para a mulher samaritana? "A água que eu lhe der se tornara nele uma fonte de água a jorrar para a vida eterna." (João 4:14) Jesus oferece não somente um copo comum de água, mas um poço artesiano perpétuo! E o poço não é um buraco no seu quintal, mas o Espírito Santo de Deus no seu coração.
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quarta-feira, 9 de novembro de 2011
DEVOCIONAL PENSE NISSO: 09/11/2011
"Habitarei com ele e entre ele andarei; serei o seu Deus, e eles serão o seu povo."
2 Coríntios 6:16
Aqueles que viram Jesus - que realmente o viram - sabiam que havia algo diferente. Depois de Seu toque, os cegos conseguiam ver. A seu comando, os paraplégicos podiam andar. Com o Seu abraço, vidas vazias foram preenchidas com visão. Ele alimentou milhares com uma cesta. Ele acalmou uma tempestade com um comando. Ele levantou os mortos com uma proclamação. Ele mudou vidas com um pedido.
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DEVOCIONAL PENSE NISSO: 08/11/2011
"E, se é pela graça, já não é mais pelas obras, se fosse a graça já não seria graça."
Romanos 11:6
Para quem Deus oferece seu presente? Para o mais inteligente? Para o mais bonito ou mais charmoso? Não. Seu presente é para todos nós - mendigos e banqueiros, clérigos e escriturários, juízes e faxineiros. Todos filhos de Deus.
E ele gosta muito de nós, assim nos aceita em qualquer condição - "no estado", diz a placa em nosso pescoço...
Ele nos quer agora.
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segunda-feira, 7 de novembro de 2011
DEUS: O Caráter de Deus: Atributos “Incomunicáveis”
O Caráter de Deus: Atributos “Incomunicáveis”
1.
Introdução
ao estudo do Caráter de Deus
a. Classificação dos atributos de Deus.
i. Quando
falamos sobre o caráter de Deus, percebemos que não podemos dizer ao mesmo
tempo tudo o que a Bíblia nos ensina sobre o caráter dele.
ii. Os
atributos chamados “incomunicáveis” têm sua melhor definição quando dizemos que
são os atributos divinos de que menos participamos.
1. Nenhum
dos atributos incomunicáveis de Deus deixa de ter alguma semelhança no caráter
dos seres humanos.
iii. Vamos
usar então as duas categorias de atributos, “incomunicáveis” e “comunicáveis”,
com plena consciência porém de que não são classificações absolutamente
precisas e de que existe na realidade muita sobreposição entre elas.
b.
Os nomes
de Deus nas Escrituras.
i. Na
Bíblia o nome de uma pessoa é uma descrição do seu caráter.
1.
Da mesma forma, os nomes bíblicos de Deus são
diversas descrições do seu caráter.
2. Em certo
sentido, todas essas expressões do caráter de Deus em termos de coisas
encontráveis no universo são “nomes” de Deus, pois nos dizem algo verdadeiro
sobre ele.
ii. Usando
um termo mais técnico, podemos dizer que em tudo o que as Escrituras dizem a
respeito de Deus usa-se linguagem antropomórfica — ou seja, linguagem que fala
de Deus em termos humanos.
1. Cada
descrição de cada um dos atributos divinos deve ser compreendida à luz de tudo
o mais que as Escrituras nos dizem sobre Deus.
2. Se não
nos lembrarmos disso, inevitavelmente compreenderemos erradamente o caráter de
Deus.
iii. Existe
ainda uma terceira razão para destacar a grande diversidade de descrições de
Deus tiradas da experiência humana e do mundo natural.
1. Essa
linguagem deve-nos lembrar de que Deus criou o universo para que este revelasse
a excelência do caráter divino, ou seja, para que revelasse a glória divina.
iv. A
compreensão do caráter divino segundo as Escrituras deve abrir nossos olhos e
nos permitir interpretar corretamente a criação.
1. É
preciso lembrar que, embora tudo o que as Escrituras nos dizem sobre Deus seja
verdadeiro, não é exaustivo.
2. Deus tem
muitos nomes porque conhecemos muitas descrições verdadeiras do seu caráter com
base nas Escrituras; mas Deus não tem nome nenhum, pois jamais poderemos
descrever ou compreender a plenitude do seu caráter.
c.
Definições
equilibradas dos atributos incomunicáveis de Deus.
i. Os
atributos incomunicáveis de Deus são talvez os mais fáceis de compreender
equivocadamente, talvez porque representam aspectos do caráter divino menos
familiares à nossa experiência.
1.
A primeira parte define o atributo em discussão/
2.
A segunda procura evitar a compreensão equivocada
do atributo, expondo um aspecto de equilíbrio ou contrário associado a esse atributo.
a.
A imutabilidade de Deus, por exemplo, é definida
assim: “Deus é imutável no seu ser, nas suas perfeições, nos seus propósitos e
nas suas promessas; porém, Deus age, e age de modos diversos diante de
situações diferentes”.
b.
A segunda metade da definição procura evitar a
idéia de que imutabilidade significa incapacidade total de ação.
c.
Alguns de fato entendem assim a imutabilidade, mas
tal compreensão é incompatível com a apresentação bíblica da imutabilidade de
Deus.
2. Quais
são os atributos incomunicáveis de Deus:
a.
Independência.
i. Deus não
precisa de nós nem do restante da criação para nada; porém, tanto nós quanto o
restante da criação podemos glorificá-lo e dar-lhe alegria.
1.
Esse atributo de Deus é às vezes chamado
existência autônoma ou aseidade (das palavras latinas a se, que significam “de
si mesmo”).
2.
Deus é absolutamente independente e
auto-suficiente.
b.
Imutabilidade.
i. Deus é
imutável no seu ser, nas suas perfeições, nos seus propósitos e nas suas
promessas; porém, Deus age e sente emoções, e age e sente de modos diversos
diante de situações diferentes.
ii. Esse
atributo de Deus é também chamado inalterabilidade.
1.
Evidências
nas Escrituras: no salmo 102, encontramos um contraste entre
coisas que podemos julgar permanentes, como a terra ou os céus, de um lado, e
Deus, do outro.
a.
Deus existia antes da criação dos céus e da terra
e existirá muito depois da destruição dessas coisas.
b.
Deus faz mudar o universo, mas, contrastando com
essa mudança, ele é “o mesmo”.
2.
Será que
Deus às vezes muda de idéia? Se, porém, falamos que Deus é imutável nos seus
propósitos, surpreendemo-nos intrigados diante de passagens bíblicas em que
Deus diz que julgaria o seu povo, mas depois, por causa de orações ou do
arrependimento do povo (ou ambas as coisas), acaba-se apiedando e não condena
como dissera que o faria.
3.
A
questão da impassibilidade de Deus. Às vezes, discutindo os atributos divinos, os
teólogos falam noutro atributo, a saber, a impassibilidade de Deus.
a.
Esse atributo, se verdadeiro, significaria que
Deus não tem paixões nem emoções, mas é “impassível”, não sujeito a paixões.
4.
O
desafio da teologia do processo. A imutabilidade de Deus tem sido negada frequentemente
nos últimos anos pelos defensores da teologia do processo, uma posição
teológica que afirma que o processo e a mudança são aspectos essenciais da
existência genuína, e que portanto, Deus também deve necessariamente mudar com
o tempo, como qualquer outra coisa que existe.
5.
Deus é
ao mesmo tempo infinito e pessoal. Nossa discussão da teologia do processo ilustra
uma diferença comum entre o cristianismo bíblico e todos os outros sistemas
teológicos.
a.
No ensinamento da Bíblia, Deus é ao mesmo tempo
infinito e pessoal: ele é infinito porque não está sujeito a nenhuma das
limitações da humanidade, ou da criação em geral.
b.
É bem maior do que qualquer coisa que tenha feito,
bem maior do que qualquer coisa que exista.
6.
A
importância da imutabilidade de Deus.
a.
De início pode não parecer muito importante para
nós afirmar a imutabilidade de Deus.
b.
A ideia é tão abstrata que talvez não percebamos
imediatamente a sua importância.
c.
Mas a importância dessa doutrina ficaria mais
clara se parássemos um instante para imaginar o que aconteceria se Deus pudesse
mudar.
c. Eternidade.
i. A
eternidade de Deus pode ser definida assim: Deus não tem princípio nem fim nem
sucessão de momentos no seu próprio ser, e percebe todo o tempo com igual
realismo; ele, porém, percebe os acontecimentos no tempo e age no tempo.
ii. Às vezes
essa doutrina é chamada doutrina da infinitude de Deus com respeito ao tempo.
iii. Ser
“infinito” é ser “ilimitado”, e a doutrina ensina que o tempo não impõe limites
a Deus.
1. Deus é eterno no seu próprio ser. O fato
de Deus não ter princípio nem fim está explícito em Salmos 90.2: “Antes que os montes nascessem e se formassem
a terra e o mundo, de eternidade a eternidade, tu és Deus”.
a. Do mesmo
modo, em Jó 36.26, Eliú diz sobre Deus: “...
o número dos seus anos não se pode calcular”.
b. A
eternidade de Deus é também afirmada por passagens que abordam o fato de que
Deus sempre é ou existe.
c. “Eu sou o Alfa e o Ômega, diz o Senhor Deus,
aquele que é, que era e que há de vir, o Todo-poderoso” (Ap 1.8; cf. 4.8).
2. Deus percebe todo o tempo com igual realismo. É em
certo sentido mais fácil para nós compreender que Deus percebe todo o tempo com
igual realismo.
a. Lemos em
Salmos 90.4: “Pois mil anos, aos teus
olhos, são como o dia de ontem que se foi e como a vigília da noite”.
3. Deus percebe os acontecimentos no tempo e age no
tempo. Todavia, dito isso, para evitar uma compreensão equivocada é preciso
completar a definição da eternidade de Deus: “... ele, porém, percebe os acontecimentos no tempo e age no tempo”.
Paulo escreve: “... vindo, porém, a
plenitude do tempo, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a
lei, para resgatar os que estavam sob a lei” (Gl 4.4-5).
4. Sempre existiremos no tempo. Será
que algum dia participaremos da eternidade de Deus? Especificamente, no novo
céu e na nova terra que hão de vir, será que o tempo ainda existirá? Alguns
supõem que não.
a. E lemos
nas Escrituras: “A cidade não precisa nem
do sol, nem da lua, para lhe darem claridade, pois a glória de Deus a iluminou,
e o Cordeiro é a sua lâmpada [...] porque, nela, não haverá noite” (Ap
21.23, 25; cf. 22.5).
d.
Onipresença.
i. Assim
como Deus é ilimitado ou infinito com respeito ao tempo, também é ilimitado com
respeito ao espaço.
ii. Essa
característica da natureza de Deus é chamada onipresença divina (o prefixo
latino o[m]ni- significa “tudo”).
iii. A
onipresença de Deus pode ser assim definida: Deus não tem tamanho nem dimensões
espaciais e está presente em cada ponto do espaço com todo o seu ser; ele,
porém, age de modos diversos em lugares diferentes.
1. Deus está presente em todo lugar. Há,
porém, determinadas passagens que falam da presença de Deus em toda parte do
espaço.
a. Lemos em
Jeremias: “Acaso, sou Deus apenas de
perto, diz o SENHOR, e não também de longe? Ocultar-se-ia alguém em
esconderijos, de modo que eu não o veja? — diz o SENHOR; porventura, não encho
eu os céus e a terra? — diz o SENHOR” (Jr 23.23-24).
b. Deus
aqui repreende os profetas que pensam que suas palavras ou pensamentos ficam
ocultos de Deus. Ele está em todo lugar e enche o céu e a terra.
2. Deus não tem dimensões espaciais. Embora
para nós pareça necessário dizer que todo o ser de Deus está presente em toda
parte do espaço, ou em cada ponto do espaço, é também necessário dizer que Deus
não pode ser contido por espaço nenhum, por maior que seja.
a. Salomão
diz na sua oração a Deus: “Mas, de fato, habitaria Deus na terra? Eis que os
céus e até o céu dos céus não te podem conter, quanto menos esta casa que eu
edifiquei” (1Rs 8.27).
3. Deus pode estar presente para punir, sustentar ou
abençoar. A idéia da onipresença de Deus às vezes perturba as pessoas, que se
perguntam como Deus pode estar presente, por exemplo, no inferno.
a. De fato,
não é o inferno o oposto da presença de Deus, ou a ausência de Deus?
b. A
dificuldade pode ser resolvida pela percepção de que Deus está presente de
modos diversos em lugares diferentes, ou de que Deus age diferentemente em
locais distintos da sua criação.
e.
Unidade.
i. A
unidade de Deus pode ser definida desta forma: Deus não está dividido em
partes; porém percebemos atributos diversos de Deus enfatizados em momentos
diferentes.
1. Esse
atributo de Deus é também denominado simplicidade divina, empregando simples no
sentido menos comum de “não complexo” ou “não composto de partes”.
2. Mas como
a palavra simples hoje tem o sentido mais comum de “fácil de compreender” e
“simplório ou insensato”, é mais proveitoso agora falar da “unidade” de Deus em
vez da sua “simplicidade”.
REFERENCIA
Teologia
Sistemática. Wayne Grudem, Edições Vida Nova. Parte 2 - A Doutrina de Deus – p.
98 – 359
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7 METAS DIÁRIAS DO VERDADEIRO CRISTÃO
1) Cultuar a Deus, o que inclui adoração profunda, renúncia, intercessão, leitura bíblica com meditação e, eventualmente, jejum.
2) Esforçar-se para conduzir pessoas a Cristo e, quando possível, estar em paz e comunhão com os irmãos (Hb 12.14), exceto quando estes se enquadrarem em 1 Coríntios 5.11.
3) Defender a verdade do Evangelho, mas com mansidão e temor (Fp 1.16; Gl 1.8; 1 Pe 3.15).
4) Refletir a cada momento se tem andado conforme a Palavra de Deus (Sl 119.105).
5) Estar preparado para o Arrebatamento da Igreja (1 Jo 3.1-3; 1 Ts 5.23).
6) Estar mais cheio do Espírito Santo hoje do que ontem (Ef 5.18, gr.).
7) Ler bons livros, principalmente de autores que amam a Jesus e respeitam a sua Palavra.
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