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sábado, 24 de março de 2012

EBD: T01L13 - SOMENTE EM JESUS TEMOS A VERDADEIRA PROSPERIDADE


Escola Dominical - Esboços da EBD

Lição 13 - 25 de Março de 2012

Leitura Bíblica em Classe: João 15.1-11

PROSPERIDADE SEM CRISTO É COISA DE MISERÁVEL, POBRE, CEGO E NÚ

1.   SÓ PELA VIDEIRA VERDADEIRA É QUE NOSSA ALMA SERÁ CUIDADA

Ø  João 15.1 EU sou a videira verdadeira, e meu Pai é o lavrador.

* As falsas videiras existem, mas só a autêntica cuida de nós

Ø  I Pedro 5.7 Lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós.

2.   SE DEIXARMOS CRISTO NOS LIMPAR NOSSA VIDA SERÁ FRUTÍFERA

Ø  João 15.2 Toda a vara em mim, que não dá fruto, a tira; e limpa toda aquela que dá fruto, para que dê mais fruto.

* A limpeza é feita com a disciplina aplicada pela palavra

Ø  Hebreus 12.8 Mas, se estais sem disciplina, da qual todos são feitos participantes, sois então bastardos, e não filhos.

3.   SE DERMOS LUGAR AO ESPÍRITO A TRANSFORMAÇÃO É CONTÍNUA

Ø  João 15.3 Vós já estais limpos, pela palavra que vos tenho falado.

* A transformação contínua produz o progresso espiritual

Ø  2 Coríntios 3.18 Mas todos nós, com rosto descoberto, refletindo como um espelho a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor.

4.   A SEIVA DA FONTE DA VIDA SÓ FLUIRÁ NOS LIGADOS COM CRISTO
Ø  João 15.4 Estai em mim, e eu em vós; como a vara de si mesma não pode dar fruto, se não estiver na videira, assim também vós, se não estiverdes em mim.

* O desconectado com Cristo existe, só que não é vivo

Ø  João 6.57 Assim como o Pai, que vive, me enviou, e eu vivo pelo Pai, assim, quem de mim se alimenta, também viverá por mim.

5.   SÓ CRISTO É A FONTE DE SUSTENTO E PROGRESSÃO ESPIRITUAL

Ø  João 15.5 Eu sou a videira, vós as varas; quem está em mim, e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer.

* A ligação com Cristo é vital para ter dele vida e força

Ø  Gálatas 2.20 Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim.

6.   A SALVAÇÃO EXIGE UMA VIDA TOTALMENTE LIGADA A VIDEIRA

Ø  João 15.6 Se alguém não estiver em mim, será lançado fora, como a vara, e secará; e os colhem e lançam no fogo, e ardem.

* Quem não está ligado a Cristo o destino é o fogo eterno

Ø  Mateus 10.28 E não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei antes aquele que pode fazer perecer no inferno a alma e o corpo.

7.   A VIDA DEBAIXO DA GRAÇA DIVINA SEMPRE SERÁ ATENDIDA

Ø  João 15.7 Se vós estiverdes em mim, e as minhas palavras estiverem em vós, pedireis tudo o que quiserdes, e vos será feito.

* Só debaixo da graça divina as nossas petições é concedida

Ø  Lucas 11.11 E qual o pai de entre vós que, se o filho lhe pedir pão, lhe dará uma pedra? Ou, também, se lhe pedir peixe, lhe dará por peixe uma serpente?

8.   O AUTÊNTICO DISCIPULO É RECONHECIDO SE PRODUZ FRUTOS
ü  João 15.8 Nisto é glorificado meu Pai, que deis muito fruto; e assim sereis meus discípulos.

* Jesus produziu muitos frutos e devemos seguir seu ideal

Ø  João 14.12 Na verdade, na verdade vos digo que aquele que crê em mim também fará as obras que eu faço, e as fará maiores do que estas, porque eu vou para meu Pai.

9.   PERMANECER NO AMOR DE CRISTO É UM SINAL DE REGENERAÇÃO

ü  João 15.9 Como o Pai me amou, também eu vos amei a vós; permanecei no meu amor.

* O amor que distribuímos é a prova da nossa espiritualidade

Ø  Mateus 5.44 Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem; para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus;

10.               CRISTO É EXEMPLO DE OBEDIÊNCIA A PALAVRA A SER SEGUIDO

ü  João 15.10 Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor; do mesmo modo que eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai, e permaneço no seu amor.

* Viver a palavra é a regra que guia os filhos de Deus em amor

Ø  I João 2.24 Portanto, o que desde o princípio ouvistes permaneça em vós. Se em vós permanecer o que desde o princípio ouvistes, também permanecereis no Filho e no Pai.

11.               O GOZO CONSTANTE VEM PELA PERFEITA RELAÇÃO COM DEUS

ü  João 15.11 Tenho-vos dito isto, para que o meu gozo permaneça em vós, e o vosso gozo seja completo.

* O relacionar com Deus produz fruto em nosso homem interior

Ø  Efésios 3.16 Para que, segundo as riquezas da sua glória, vos conceda que sejais corroborados com poder pelo seu Espírito no homem interior;



  •  Não são poucas as pessoas que conceituam qualidade de vida ou vida abundante como: conforto, riquezas, saúde, longevidade, ausência de sofrimento, etc.
  • É o que também creem e ensinam os adeptos da Teologia da Prosperidade.
  • Contudo, nesta lição, definiremos o verdadeiro significado do termo “vida abundante” que se referiu Jesus em um de seus sermões.
  • Analisaremos também os equívocos cometidos quanto ao conceito de pobreza e riqueza, como supostos aferidores de espiritualidade sadia; observaremos ainda em que realmente consiste a vida abundante prometida por Cristo; e por fim, veremos quais benefícios desta vida, para o cristão, no presente e no futuro.


  1. DEFINIÇÃO DA EXPRESSÃO: VIDA ABUNDANTE

    1. Para entendermos o significado da expressão “vida abundante” examinaremos a palavra “vida” e por conseguinte o termo “abundante”, a fim de compreendermos o que Jesus queria dizer com esta expressão:
                                         i.    No grego, há duas palavras usadas para o termo: “vida” .
1.    A primeira é bios: que é a vida comum, não somente aos seres humanos, mas a todos os animais (Gn 2.7;7.22).
2.    A segunda é zoeh: que significa a vida que o pecador recebe ao nascer de novo; é a vida sobrenatural que procede do próprio Deus (Jo 5.24; Rm 6.4).
a.    Portanto, enquanto bios é a vida extensiva, zoeh é a vida intensiva.
                                        ii.    O adjetivo “abundante” que indica qual tipo de vida a que Jesus se refere, segundo Aurélio, significa:
1.    Superabundante (em quantidade) e superior em (qualidade); Já que Cristo veio redirecionar nossa atenção para valores eternos (Mt 6.19,20).
2.    Está claro que ele não se referia a quantidade, mas a qualidade de vida (Gl 2.20).

    1. Diante disso, podemos concluir que a expressão “vida abundante” diz respeito a um nível de vida superior ao da existência.
                                         i.    Pois a vida bios , é terrena e passageira.
                                        ii.    Porém, a vida zoeh é espiritual e eterna.
                                       iii.    Ela é desfrutada, parcialmente no presente (Pv 15.15), e por conseguinte totalmente no porvir (Cl 3.4), por aqueles que nascem de novo.

  1. ERROS ACERCA DA POBREZA E DA RIQUEZA

    1. Infelizmente, não são poucos os equívocos cometidos por alguns cristãos quanto à visão de pobreza e riqueza.
    2. Veremos abaixo quatro extremos, que devem ser evitados:

                                         i.    Pobreza é sinal de piedade.
1.    O monasticismo (um movimento religioso surgido do Cristianismo), difundiu a ideia de que um cristão para ser considerado piedoso, para agradar a Deus, devia viver isolado da sociedade e abrir mão de tudo o que possuía, vivendo em pobreza.
2.    Esta visão encontra-se totalmente distorcida da Palavra de Deus, visto que a pobreza não pode aferir o caráter de um servo de Deus.
3.    Um autêntico homem de Deus é conhecido por sua fé e por suas obras, tal qual a árvore é conhecida pelos seus frutos (Mt 7.17,18; Lc 6.43,44; Gl 5.22).
                                        ii.    Pobreza é sinal de pecado. 
1.    Como podemos ver, este pensamento é antagônico ao primeiro.
2.    Se pobreza não pode ser evidência de uma vida piedosa, tampouco de uma vida de pecado.
3.    Estaria porventura em pecado o mendigo Lázaro que morreu e foi ao Seio de Abraão? (Lc 16.20-22); ou estaria debaixo de maldição o apóstolo Paulo que passou fome, frio e nudez? (II Co 11:27); teria o Filho de Deus pecado por ter preferido ser pobre para que pudesse enriquecer a outros? (II Cor 8:9). É evidente que não.
                                       iii.    Riqueza é sinal de comunhão.
1.    Este é um pensamento defendido pela Teologia da Prosperidade.
2.    No entanto, é um ponto de vista totalmente contrário ao Cristianismo, que ensina a prioridade pelas coisas que são do céu (Mt 6.33); que condena veementemente a riqueza mal adquirida (I Co 6:10) e a avareza, que é idolatria (Cl 3.5).
                                       iv.    Riqueza é sinal de pecado.
1.    Se não encontramos base bíblica para a Teologia da Prosperidade, também não encontraremos para a Teologia da Miséria, que procura demonizar (atribuir características demoníacas) a posse de bens materiais.
2.    Não esqueçamos de Jó, um homem riquíssimo de bens materiais, e que era justo (Jó 1.1); ou de Abraão, o pai da fé, que de igual modo era possuidor de grandes riquezas (Gn 13.5,6).
3.    Na verdade, os que defendem essa ideia tropeçam numa declaração paulina, citando-a de forma equivocada, como por exemplo: “o dinheiro é a raiz de todos os males” , quando na verdade o apóstolo disse assim: “o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males” (I Tm 6.10).
4.    A idolatria não está nas coisas ou pessoas, mas no sentimento que devotamos a elas.

  1. EM QUE CONSISTE A VIDA ABUNDANTE

    1. Existe uma compreensão humana errônea acerca de vida abundante.
    2. Muitos acreditam que ela está baseada em uma vida de conforto, riquezas, saúde, longevidade, ausência de sofrimento.
    3. Assim também pensam e ensinam os seguidores da Teologia da Prosperidade.
    4. Mas, será isso mesmo o que alude Jesus quando disse: tenham vida, e a tenham com abundância”

                                         i.    A vida abundante consiste em qualidade de vida.
1.    “Eu vim para que ?(Jo 10.10b).
2.    Vejamos detalhadamente em que esta vida consiste:
a.    A vida abundante prometida por Jesus, não se caracteriza em conforto, riquezas, posse de bens, como ensinam os Teólogos da Prosperidade.
b.    Se assim o fosse, os ricos deste mundo já a possuíam.
c.    Também não significa vida longa. Na verdade, esta expressão diz respeito a qualidade de vida (Rm 6.4;7.6), que é oriunda de Cristo - a fonte (Jo 4.14; Jo 14.6; Ap 21.6).

                                        ii.    A vida abundante consiste em vida espiritual.
1.    No Éden, o homem desfrutava da vida abundante dada por Deus.
a.    Mas, apesar de ser advertido que se pecasse morreria, o homem transgrediu e foi afastado da presença de Deus (Gn 2.16,17; Rm 3.23).
b.    Em Adão morremos espiritualmente (Rm 5.12).
c.    Todavia, quando o pecador aceita a Cristo como Salvador, a vida espiritual outrora perdida, é restituída (Ef 2.1,5; Cl 2.13).
d.    Quando este nasce de novo, pela Palavra e pelo Espírito (I Pe 1.23; Tt 3.5).
                                       iii.    A vida abundante consiste em vida eterna.
1.    A vida que Cristo trouxe ao homem foi a vida eterna.
a.    Esta é experimentada parcialmente no presente (Jo 3.15,36; I Jo 5.11-13) e completamente no porvir (Lc 18.30; Rm 6.22; Gl 6.8), quando no arrebatamento da Igreja o nosso corpo mortal se revestirá de imortalidade e a nossa corrupção será revestida pela incorruptibilidade.
b.    Então, tragada será a morte na vitória. Aleluia! (I Co 15.52-54).

  1. BENEFÍCIOS DA VIDA ABUNDANTE
    1. A vida abundante ou vida eterna por meio de Cristo, inclui todas as condições, todos os efeitos e operações do Espírito Santo sobre o homem, tanto no aspecto presente quanto no futuro.
    2. Vejamos alguns benefícios oriundos desta vida:
                                         i.    No presente
1.    Justificação: Processo judicial que se dá junto ao Tribunal de Deus, através do qual o pecador que aceita a Cristo é declarado justo. “Tendo sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo” (Rm 5.1);
2.    Regeneração: Milagre que se dá na vida de quem aceita a Cristo, tornando-o participante da vida e da natureza divina. Através da qual o homem passa a desfrutar de uma nova realidade espiritual. “Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo” (II Co 5.17);
3.    Santificação: É a forma pela qual o nascido de novo é aperfeiçoado à semelhança do Pai Celeste, por meio do sangue de Cristo, da Palavra e do Espírito Santo. “E é o que alguns têm sido; mas haveis sido lavados, mas haveis sido santificados, mas haveis sido justificados em nome do Senhor Jesus, e pelo Espírito do nosso Deus” (I Co 6.11).
                                        ii.    No futuro
1.    Glorificação: No plano da salvação, a glorificação é a etapa final a ser atingida por aquele que recebe a Cristo como Salvador e Senhor de sua alma.
a.    A glória de Cristo será partilhada plenamente com seus santos no arrebatamento da igreja.
b.    “Mas a nossa cidade está nos céus, de onde também esperamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo, que transformará o nosso corpo abatido, para ser conforme o seu corpo glorioso, segundo o seu eficaz poder de sujeitar também a si todas as coisas” (Fp 3.20,21).



  • Como pudemos ver, os Teólogos da Prosperidade afirmam que o cristão não pode ser pobre, nem deve passar privações, sofrimentos e enfermidades, porque Jesus veio trazer vida abundante.
  • Infelizmente, esta visão deturpada têm sido largamente difundida no meio evangélico, através de livros, da mídia televisiva, rádios, etc.
  • No entanto, como vimos, o verdadeiro sentido de vida abundante ultrapassa esse falso conceito, pois diz respeito a qualidade de vida pela regeneração; a vida espiritual de comunhão com Deus; e por fim, a vida eterna, como coroa da justiça prometida aos fiéis que amam a vinda de Cristo (Ap 2.10; II Tm 4.8).


REFERÊNCIAS

VINE, W.E, et al. Dicionário Vine . CPAD.
ANDRADE, Claudionor de. Dicionário Teológico. CPAD
BOYER, Orlando. Pequena Enciclopédia Bíblica. CPAD
BÍBLIA de Estudo Pentecostal. CPAD

SITES CONSULTADOS

http:// www.escola-dominical.com
http:// www.redebrasildecomunicacao.com.br
http:// www.pastoradilsonguilhermel.com.br


EBD: T01L12 - O PROPÓSITO DA VERDADEIRA PROSPERIDADE


Escola Dominical - Esboços da EBD

Lição 12 - 18 de Março de 2012

 Leitura Bíblica em Classe: Romanos 10.8-14

OS SETE PROPÓSITOS DA VERDADEIRA PROSPERIDADE

  1. O PROPÓSITO ESTÁ EM PROCLAMARMOS A PALAVRA DA VERDADE

Ø  Romanos 10.8 Mas que diz? A palavra está junto de ti, na tua boca e no teu coração; esta é a palavra da fé, que pregamos,

* Porque aquele que se cala sempre será um crente infrutífero 

Ø  João 15.2 Toda a vara em mim, que não dá fruto, a tira; e limpa toda aquela que dá fruto, para que dê mais fruto.

  1. O PROPÓSITO ESTÁ EM PROCLAMARMOS O CRISTO RESSURRETO

Ø  Romanos 10.9 A saber: Se com a tua boca confessares ao Senhor Jesus, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo.

* Porque quem se envergonhar do Cristo vivo será envergonhado

Ø  Lucas 9.26 Porque, qualquer que de mim e das minhas palavras se envergonhar, dele se envergonhará o Filho do homem, quando vier na sua glória, e na do Pai e dos santos anjos.

  1. O PROPÓSITO ESTÁ EM PROCLAMARMOS SOBRE A JUSTIÇA DIVINA

Ø  Romanos 10.10 Visto que com o coração se crê para a justiça, e com a boca se faz confissão para a salvação.

* Porque se a justiça divina não é revelada não haverá salvação

Ø  Provérbios 11.14 De nada aproveitam as riquezas no dia da ira, mas a justiça livra da morte.

  1. O PROPÓSITO ESTÁ EM PROCLAMARMOS A CREREM NO SALVADOR

Ø  Romanos 10.11 Porque a Escritura diz: Todo aquele que nele crer não será confundido.

* Porque como crerão se nos omitirmos de pregar o evangelho

Ø  I Coríntios 9.16 Porque, se anuncio o evangelho, não tenho de que me gloriar, pois me é imposta essa obrigação; e ai de mim, se não anunciar o evangelho!

  1. O PROPÓSITO ESTÁ EM PROCLAMARMOS A SALVAÇÃO A TODOS

Ø  Romanos 10.12 Porquanto não há diferença entre judeu e grego; porque um mesmo é o Senhor de todos, rico para com todos os que o invocam.

* Porque devemos mostrar o caminho sem limites de raças

Ø  Gálatas 3.28 Nisto não há judeu nem grego; não há servo nem livre; não há macho nem fêmea; porque todos vós sois um em Cristo Jesus.

  1. O PROPÓSITO ESTÁ EM PROCLAMARMOS QUE SÓ JESUS SALVA

Ø  Romanos 10.13 Porque todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo.

* Porque os portões da misericórdia divina continuam abertos

Ø  João 6.37 Todo o que o Pai me dá virá a mim; e o que vem a mim de maneira nenhuma o lançarei fora.

  1. O PROPÓSITO ESTÁ EM PROCLAMARMOS O EVANGELHO DA GRAÇA
Ø  Romanos 10.14 Como, pois, invocarão aquele em quem não creram? e como crerão naquele de quem não ouviram? e como ouvirão, se não há quem pregue?

* Porque é preciso dignidade em pregar a verdadeira palavra

Ø  I Tessalonicenses 2.4 Mas, como fomos aprovados de Deus para que o evangelho nos fosse confiado, assim falamos, não como para agradar aos homens, mas a Deus, que prova os nossos corações.




  • No decorrer deste trimestre já estudamos diversas lições sobre a Verdadeira Prosperidade.
  • Vimos o verdadeiro conceito de prosperidade no Antigo e Novo Testamento; o perigo das falsas doutrinas da Teologia da Prosperidade; o que é uma igreja próspera; como obter a verdadeira prosperidade, dentre outras.
  • Nesta lição, veremos que Deus é a fonte de toda prosperidade, inclusive financeira; que a Bíblia não condena a riqueza, mas, adverte quanto aos perigos que envolvem a riqueza e o amor ao dinheiro; e o que Deus espera de nós, quando nos faz prosperar.


  1. DEUS, O CRIADOR, PRESERVADOR E PROVEDOR DE TODAS AS COISAS

    1. A Bíblia nos deixa bem claro que Deus, além de criador, é o preservador e provedor de todas as coisas.
    2. O Seu cuidado para com o homem, bem como pela sua criação, pode ser visto em pelo menos dois aspectos:
                                         i.    Preservação.
1.    Deus, ao criar os céus e a terra (Gn 1.1), não abandonou a sua criação.
2.    Pelo contrário, Ele continua interessado na vida dos seus, cuidando e preservando o que criou.
3.    A confissão do salmista Davi é clara: "A tua justiça é como as grandes montanhas; os teus juízos são um grande abismo; Senhor, tu conservas os homens e os animais" (Sl 36.6).
4.    O próprio Deus revelou a Jó o seu poder de criar e sustentar todas as coisas (Jó cap. 38-41).

                                        ii.    Provisão.
1.    Deus não só preserva o mundo que Ele criou, mas também provê as necessidades de suas criaturas.
2.    Quando Ele criou o mundo, criou também as estações (Gn 1.14) e proveu alimento aos seres humanos e aos animais (Gn 1.29,30).
3.    Depois que o dilúvio destruiu a terra, Ele renovou a promessa da provisão, dizendo: "Enquanto a terra durar, sementeira e sega, frio e calor, e verão e inverno, e dia e noite não cessarão" (Gn 8.22).
4.    Além disso, o livro dos Salmos também dá testemunho da bondade de Deus em suprir o necessário para todas as suas criaturas (Sl 104; 145).
5.    O próprio Senhor Jesus revelou que Deus cuida das aves do céu e dos lírios do campo (Mt 6.26-30; 10.29). Seu cuidado abrange, não somente as necessidades físicas da humanidade; mas, principalmente as espirituais (Jo 3.16,17).
6.    O apóstolo Paulo diz aos crentes de Filipos: “O meu Deus, segundo as riquezas, suprirá todas as vossas necessidades em glória, por Cristo Jesus” (Fp 4.19); e, Tiago diz: “Toda a boa dádiva e todo o dom perfeito vem do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não há mudança nem sombra de variação” (Tg 1.17).

  1. A BÍBLIA NÃO CONDENA A RIQUEZA, MAS, ADVERTE QUANTO AO SEU PERIGO

    1. Como já estudamos em lições anteriores, a verdadeira prosperidade não consiste em riqueza ou posse de bens terrenos.
    2. A prosperidade, à luz da Bíblia, está baseada, principalmente na comunhão com Deus.
    3. No entanto, a Bíblia descreve diversos servos de Deus que foram prósperos, tanto espiritual como materialmente, tais como:
                                         i.    Abraão (Gn 13.2);
                                        ii.    Jó (Jó 1.1-3);
                                       iii.    Salomão (I Rs 10.14-29);
                                       iv.    José de Arimateia (Mt 27.57); e outros.
    1. Isto demonstra claramente que não é pecado ser rico, nem possuir muitos bens.
    2. Mas, a Palavra de Deus adverte quanto ao perigo das riquezas e do amor ao dinheiro. Vejamos:

                                         i.    Advertências sobre os perigos que envolvem as riquezas:
1.    Jesus disse que dificilmente um rico entrará no céu (Lc 18.24);
2.    A riqueza pode conduzir a avareza, excluindo-o do reino dos céus (I Co 5.11; 6.10; Ef 5.5; Cl 3.5);
3.    Não devemos colocar a nossa confiança nas riquezas (Sl 49.6,7; 52.7; 62.10; Pv 11.28; I Tm 6.17).
                                        ii.    Os males do amor ao dinheiro:
1.    Leva o homem a esquecer-se de Deus (Dt 8.10,11; Pv 30.9);
2.    Sufoca a Palavra de Deus no coração (Mt 13.22; Mc 4.19);
3.    O apóstolo Paulo disse os que querem ser ricos, caem em tentação e em muitas concupiscências; e que  o amor ao dinheiro é a raiz de toda a espécie de males (I Tm 6.9,10).
    1. Devemos entender que tudo quanto possuímos pertence a Deus, pois, todas as coisas são dEle (Sl 24; Rm 11.36), inclusive a prata e o ouro (Ag 2.8).
    2. Por isso, devemos servir a Deus, e não ao dinheiro (Mt 6.19-24); não devemos amar ao dinheiro (I Tm 6.9,10), nem dar lugar a avareza, que é idolatria (Cl 3.5).

  1. O PROPÓSITO DA VERDADEIRA PROSPERIDADE
    1. A verdadeira prosperidade não tem por objetivo o enriquecimento individual, nem o acúmulo de bens materiais, e sim, o investimento no Reino de Deus e a ajuda aos necessitados.
    2. Vejamos os dois principais propósitos da prosperidade:
                                         i.    Investir no Reino de Deus.

1.    A obra de Deus não é feita apenas com jejum e oração, mas também, com recursos financeiros.
2.    O próprio Deus disse aos israelitas que levassem os dízimos à casa do tesouro, para que houvesse mantimento em Sua casa (Ml 3.10).
3.    Semelhantemente, a Igreja só poderá cumprir a sua missão aqui na terra, se houverem as contribuições.
4.    Por esta razão, o apóstolo Paulo ensinou e motivou os cristãos a fazerem coletas e contribuírem financeiramente na obra de Deus (I Co 9.4-14; Fp 4.15-18; I Tm 5.17,18).


5.    Analisemos o que a Bíblia nos ensina sobre as contribuições:
a.    A contribuição deve ser proporcional ao que ganhamos: “No primeiro dia da semana cada um de vós ponha de parte o que puder ajuntar, conforme a sua prosperidade” (I Co 16.2; cf  II Co 8.3,12).
b.    A contribuição deve ser realizada de forma voluntária, e com alegria: “Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria” (II Co 9.7; cf Ex 35.21-29; II Cr 24.10).
c.    Quando Deus nos dá em abundância, é para que multipliquemos as boas obras: “E Deus é poderoso para fazer abundar em vós toda a graça, a fim de que tendo sempre, em tudo, toda a suficiência, abundeis em toda a boa obra” (II Co 9.8).
d.    A colheita é proporcional ao plantio. “E digo isto: Que o que semeia pouco, pouco também ceifará; e o que semeia em abundância, em abundância ceifará.” (II Co 9.6).
                                        ii.    Ajudar aos Necessitados.

1.    Embora o serviço social seja uma responsabilidade governamental, cada crente individualmente, como representante do Reino de Deus aqui na terra, não deve ser omisso, e sim, estender a mão ao aflito e ao necessitado, como nos recomenda a Palavra de Deus (Mt 5.42; Gl 2.10; Tg 1.27; 2.15,16).

a.    No A.T.
                                                                                         i.    Deus condenou a opressão contra os pobres (Sl 72.14; Is 3.15; Am 2.6);
                                                                                        ii.    Prometeu recompensar aqueles que atendessem aos pobres (Sl 41.1; Pv 14.21);
                                                                                       iii.    E, quando deu a Lei aos filhos de Israel, exigiu que eles lembrassem dos pobres (Ex 23.11; Lv 14.21;19.10; Dt 24.19-22),
                                                                                       iv.    E que a viúva, o estrangeiro e o órfão fossem atendidos em suas necessidades (Ex 22.22; Dt 10.18; 14.29), ou seja, eles deveriam compartilhar de sua prosperidade com os pobres;
b.    Nos Evangelhos.
                                                                                         i.    Jesus reconheceu o caráter permanente da pobreza no mundo (Mt 26.11; Mc 14.7).
                                                                                        ii.    Além de multiplicar pães e peixes para saciar a fome das multidões (Mt 14.13-21; 15.29-39), Ele ensinou sobre o dever de ajudar e socorrer os pobres (Mt 6.1-4; 19.21; 25.31-46; Lc 14.12-14);
c.    Na igreja primitiva.
                                                                                         i.    A Igreja do primeiro século, apesar de não possuir muitos bens, estava completamente comprometida com o trabalho social (At 2.42; 4.32).
                                                                                        ii.    A Igreja fez diversas vezes coletas entre os irmãos com o objetivo de socorrer aos santos que estavam padecendo necessidades (Rm 15.25-27; I Co 16.1-4; II Co 8; 9; Fp 4.18,19).

  • Como pudemos observar, Deus é o criador, preservador e provedor de todas as coisas. É Ele que nos faz prosperar.
  • E, embora a riqueza não seja um pecado em si, jamais devemos amar o dinheiro ou confiar nas riquezas.
  • Pelo contrário, devemos entender que tudo pertence a Deus, inclusive nossa vida e nossos bens.
  • Por isso, a verdadeira prosperidade tem como objetivo a ajuda aos necessitados e o investimento no Reino de Deus.


REFERÊNCIAS

GONÇALVES, José. A prosperidade à luz da Bíblia. CPAD.
PIERATT, Alan, B. O Evangelho da Prosperidade. Vida Nova.
STAMPS, Donald C. Bíblia de Estudo Pentecostal. CPAD.

SITES CONSULTADOS

http://www.escola-dominical.com
http://www.redebrasildecomunicacao.com.br


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7 METAS DIÁRIAS DO VERDADEIRO CRISTÃO

1) Cultuar a Deus, o que inclui adoração profunda, renúncia, intercessão, leitura bíblica com meditação e, eventualmente, jejum.
2) Esforçar-se para conduzir pessoas a Cristo e, quando possível, estar em paz e comunhão com os irmãos (Hb 12.14), exceto quando estes se enquadrarem em 1 Coríntios 5.11.
3) Defender a verdade do Evangelho, mas com mansidão e temor (Fp 1.16; Gl 1.8; 1 Pe 3.15).
4) Refletir a cada momento se tem andado conforme a Palavra de Deus (Sl 119.105).
5) Estar preparado para o Arrebatamento da Igreja (1 Jo 3.1-3; 1 Ts 5.23).
6) Estar mais cheio do Espírito Santo hoje do que ontem (Ef 5.18, gr.).
7) Ler bons livros, principalmente de autores que amam a Jesus e respeitam a sua Palavra.

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